quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Nobi Nori no Youtube!

Ficou curioso? Não conhece o lugar? Quer saber como o restaurante é?
Assista o vídeo que gravamos e descubra um pouco do mundo do Sushi com Design:




Não deixe de conhecer ao vivo, claro.
O restaurante Nobi Nori fica na Rua Maria Tomásia, 718, Aldeota, Fortaleza, Ce.

Promoções

Gosta de comer bem?
Pois saiba que além de pratos diferenciados e muito design, o restaurante Nobi Nori conta com três promoções imperdíveis.

▪ Para começar, uma promoção que já esta há um mês e meio e é o maior sucesso é o "abaixo a taxa de entrega". Você vai ao restaurante e na hora de pagar a conta você recebe um cupom que lhe dá o direito de uma semana para você fazer um pedido delivery e ele ser inteiramente grátis.
Abaixo a taxa de entrega


▪ O festival de sushi "All you can eat" é o mais novo rodízio da cidade, mas não é um rodízio convencional. Nele você pede normalmente pela comanda e tem direito à pedir 24 sushis por comanda e fazer isso em quantas comandas você quiser. Os sushis mais procurados estão no rodízio com certeza. O que o diferencia é que é incluso as entradas e todas as sobremesas, sem esquecer do doce mais pedido que é o Animê Chokorêto, o maior sucesso do Nobi Nori. E tudo isso por apenas R$28,90 em todas as terças e quintas.
Festival "All you can eat"



▪ Para os amantes de sushi, o Nobi Nori criou um cartão fidelidade, o I Love Nobi Nori. O cartão está programado para sair na semana que vem. Se você comer no restaurante e voltar dentro de uma semana, você tem 10% de desconto na conta inteira (incluindo as bebidas). Mas se voltar lá em até duas semanas você ganha um desconto de 5% na conta total.
I ♥ NN

Jantar a dois



O casal de namorados Israel Lima e Fernanda Rousseau jantava numa noite de quinta-feira no restaurante. Ela já tinha ido ao Nobi Nori e levou o namorado para conhecer o local. Além da dica da namorada, ele descobriu o restaurante pesquisando sobre sushibars na internet. “Me interessei pela decoração, pelo ambiente. Só a fachada já chama bastante atenção”, diz Israel. Fernanda completa: “pretendemos voltar com certeza”.

Água na boca

Ao ser idealizado, o cardápio do Nobi Nori contou com a ajuda de uma consultora gastronômica, que ajudou a colocar nos sushis, o design que os proprietários procuravam.

Algumas peças são exclusivas do lugar e muito bem pedidas, como o Tempura
Roll Special, feito com camarão empanado, queijo e cebolinha enrolados com salmão.
Shake ou Ebi Cheese Grill que são niguris de salmão ou camarão com queijo flambado, e já foi até copiado por outros restaurantes

Gunkan Hot, recheado com panko, coberto com camarão picadinho, cream cheese, cebolinha e molho tare. Esse hot é uma criação desenvolvida por um dos proprietários, Mário Acioli.

A sobremesa mais pedida do restaurante é a Animê Chokorêto, que são dois rolinhos de chocolate quentes com uma bola de sorvete no meio e calda de chocolate.







Tecnologia


O NobiNori adotou também a tecnologia Wi-Fi. Mário Accioli, o proprietário, observou em suas viagens que a tecnologia sem fios já era uma grande tendência que valia a pena seguir e adotou-a no restaurante. Não tem grandes custos, é proporciona informação, diversão e liberdade para os clientes, que muitas vezes fazem trabalhos e acessam e-mails junto à sua refeição!



Curiosidades Wi-Fi
• O termo Wi-Fi foi escolhido como uma brincadeira com o termo "Hi-Fi" e pensa-se geralmente que é uma abreviatura para wireless fidelity, no entanto a Wi-Fi Alliance não reconhece isso.

• O padrão Wi-Fi opera em faixas de freqüências que não necessitam de licença para instalação e/ou operação. Este fato as tornam atrativas. No entanto, para uso comercial no Brasil é necessária licença da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

• Para se ter acesso à internet através de rede Wi-Fi deve-se estar no raio de ação ou área de abrangência de um ponto de acesso (normalmente conhecido por hotspot) ou local público onde opere rede sem fios e usar dispositivo móvel, como computador portátil, Tablet PC ou Assistente Pessoal Digital com capacidade de comunicação sem fio, deixando o usuário do Wi-Fi bem à vontade em usá-lo em lugares de "não acesso" à internet, como: Aeroportos.


Fonte: www.wikipedia.com

Lojinha



O Nobi Nori conta com uma lojinha de souvenirs. A loja foi a última coisa pensada no projeto, com o objetivo de aproveitar melhor um espaço que estava inutilizado.

Ela oferta produtos como Bottons, adesivos, bolsas, sandálias japonesas, canecas, pratos, relógios de parede e jogo americano. Tudo isso com uma temática pop japonesa e ilustrada pelos bichinhos de estimação do lugar.






Os proprietários declaram que a lojinha não foi feita para obter grandes lucros, mas sim como uma forma de agradar as pessoas que gostam do restaurante e dessa cultura japonesa descontraída.

Bichinhos

No Nobi Nori , junto com o design exclusivo, foram criados mascotes para decorar o local. Cada um com sua personalidade, o estilo do desenho se baseia no Mangá (arte em quadrinhos japonesa), e todos tem a aparência divertida e descolada.


O polvo da turma se chama Maki, o prestativo. Com muitas mãos ele sempre se dispõe a ajudar. Além de habilidoso, Maki é o mais ágil e faz malabarismo na hora de preparar os pratos e ainda sobra tempo para ajudar nas atividades do restaurante.



O peixe se chama Sho, o sabidão. Ele usa até óculos de acetato preto pra ficar com mais cara de intelectual. Sabe tudo sobre cultura japonesa, se tiverem dúvidas já sabem a quem pedir.



O caranguejo se chama Kani, o casca grossa da turma. Estabanado, forte, porém de bom coração, Kani é o protetor, além de ser o maior paquerador. Se não quiser deixá-lo irritado não tire brincadeiras dizendo que caranguejo não sabe andar pra frente.



A gatinha se chama Yaki, a fofa. Ela se acha a mais linda e de fato conquista. Com o seu rabo muito longo, ela usa do seu charme e por muito sapeca e gulosa fica só esperando uma oportunidade de roubar os sushis do Nobi Nori.

Todos esses personagens podem ser mais conhecidos também no cardápio e/ou serem adquiridos na lojinha do restaurante.

Quiz

Depois de adentrar nesse mundo da cultura japonesa, que tal testar seus conhecimentos?
Preparamos um Quiz com 10 perguntas para você!
Para começar, digite seu nome e aperte em Start Quiz!


SANA!

Se a cultura japonesa invadiu o mundo, no Ceará não foi diferente. O público do estado se mostra interessado e é consumidor fiel de produtos como animes, mangás, souvenirs e até mesmo fantasias de seus personagens preferidos.

Para abrigar um público tão ávido por novidades japonesas, com o passar dos anos alguns eventos surgiram. O maior deles, que permanece até hoje em sua oitava edição, é o SANA – Super Amostra Nacional de Animes. Hoje, o evento acontece semestralmente no Centro de Convenções de Fortaleza, e a edição passada chegou a contar com um público de 32 mil visitantes.

Público do SANA7

Estudantes, fãs, Otakus (gíria usada para rotular fãs de animes e mangás) comparecem em peso para assistir shows de ícones pops japoneses, palestras, comprar mangás, assistir animes em salas de exibições especiais, conhecer ilustradores, dubladores, participar de Workshops e outras inúmeras atividades.

Muitos aparecem fantasiados de seus personagens favoritos. A atividade, que ficou conhecida como Cosplay é a abreviação de "costume player" (Fantasia, em inglês) Alguns dizem que a atividade surgiu nos Estados Unidos em convenções de quadrinhos na decada de 70, mas se popularizou no Japão e hoje é bastante conhecida. Nesses eventos é comum que haja concursos da fantasia mais bem feita.

Cosplays



Conversamos com um dos organizadores do evento, o estudante de Ciências Sociais Igor Camelo.

A entrevista você confere aqui!


NobiBlog – Como funciona a estrutura do SANA hoje, e como você se envolveu com o evento inicialmente?
Igor - São basicamente três grupos dentro da fundação que organiza o evento: diretores, coordenadores e organizadores. Hierarquicamente falando, sou da coordenação do evento. Minha função durante o planejamento (ou pré-evento) é a venda e a organização dos stands dentro do espaço do evento, então me envolvo diariamente com assuntos do evento durante boa parte do ano (já que são duas edições por ano). No dia do evento, sou responsável pela entrava VIP/Preferencial e o bloco dos convidados nacionais e internacionais.

NB – Você se envolveu por que já gostava de cultura japonesa antes?
I - Basicamente, sim. Inicialmente, éramos apenas um grupo de amigos que se encontravam aos sábado próximos à Praça Portugal, pra falar de assuntos comuns entre os "otakus" (termo japonês que no Brasil denomina os fãs de derivados japoneses): anime, mangá, jogos, filmes, etc. A organização desse tipo de evento na época era um hobby que acabou crescendo, e quando nos demos conta do potencial que isso tinha, decidimos nos organizar melhor pra tornar o SANA mais "profissional", embora sem perder o clima de "feito de fãs para fãs".

NB- E isso tudo faz quanto tempo?
I- Nos conhecemos há aproximadamente 9 anos, sendo que são 7 anos de evento

NB - Quais as principais mudanças que ocorreram nesses 7 anos?
I- Resumindo bastante, em 7 anos, vimos o evento dobrar de tamanho e público a cada edição. Começamos em um pequeno auditório da UNIFOR, que logo de cara vimos lotar. Em seguida tentamos outros auditórios da universidade, mas vimos que o evento precisava de mais espaço para expandir. Chegamos a realizar uma edição especial no Cine São Luiz, no centro da cidade, mas o grande salto foi quando conseguimos espaço no centro de convenções. Desde então, é o único local com estrutura adequada pra um evento das dimensões do SANA hoje em dia.
Quanto aos convidados, aos poucos fomos crescendo e conseguindo algum respaldo no nordeste, onde praticamente não havia eventos do gênero na época. Ficamos muito felizes quando conseguimos trazer um profissional da área pela primeira vez, Marcelo Campos, um dublador de séries de anime, que trabalha e está envolvido diariamente com o nosso hobby e de todos do evento. Antes parecia algo inalcançável, mas aos poucos percebemos que era possível - e que o público de Fortaleza tornava possível - trazer nossos ídolos e profissionais que admirávamos desde pequenos para o SANA. O que se seguiu foi o grande salto que demos em 2007: conseguimos realizar o sonho de trazer atrações internacionais diretamente do Japão. Nós mesmos não acreditávamos.

NB – Foi a partir daí que o SANA ficou conhecido nacionalmente?
I - Em 2007, já havíamos ultrapassado todos os limites do "regional": o SANA já era conhecido em praticamente todo o país, e já figurava como uma atração nacional, e não apenas um evento em Fortaleza. Com muito esforço, conseguimos pessoas que trilharam o caminho até o Japão para contatar alguns dos maiores ícones da cultura japonesa no Brasil, como cantores de temas de séries de anime e tokusatsu famosas por aqui. Foi nesse momento que olhamos pra trás e vimos que tínhamos conseguido algo impensável, quando começamos um hobby sem a menor pretensão: o SANA havia chegado ao Japão.

NB- Que atrações foram essas?
I- As primeiras atrações japonesas foram Akira Kushida - cantor de séries que fizeram sucesso no Brasil na década de 80 e 90, como, Jiraya, Jaspion, Jiban, dentre outros - e Takayuki Miyauchi - intérprete de séries como Kamen Rider, Solbrain e Winspector. Só acreditamos que estava acontecendo quando os vimos chegar ao aeroporto, foi muito emocionante.

NB - Como o público reagiu a essa grande novidade?
I - A recepção do público não podia ter sido melhor. Realizamos um show no espaço anexo do centro de convenções, que comportou bem mais gente do que esperávamos. Os próprios cantores ficaram impressionados com o tamanho do evento, e nos agradeceram (!!!) pela oportunidade de tocar para o grande público de Fortaleza.

NB
- Você acha o público cearense um público interessado e receptivo à cultura japonesa?
I - Eu acredito que o público jovem é muito receptivo, sim. As crianças em especial são um nicho muito conhecido no mercado que explora esse "fascínio" pelo oriental, principalmente pela popularidade de desenhos e quadrinhos japoneses. Os adolescentes também são muito receptivos, e os adultos geralmente se identificam com a filosofia do Japão tradicional: seus hábitos, o respeito que eles têm à vida, etc., mas o público jovem não só do ceará, como do Brasil, tem uma afinidade muito grande com o que vem do Japão

NB -A sua tese da faculdade remete a relação da cultura japonesa no Brasil. Como se deu a escolha desse tema?
I- Sempre tive uma afinidade pessoal pelo Japão. O modo de vida deles sempre me fascinou, tanto no que diz respeito à tradição como no que diz respeito à modernidade das grandes capitais, as tendências, as pessoas, tudo. A cultura japonesa é extremamente diversa e rica em lições pro resto do mundo, embora também não esteja a salvo dos males da modernidade, como uma indústria que abrange a absolutamente tudo, sociopatas vítimas de dependência tecnológica, dentre outros. O Japão consegue ser igual e ao mesmo tempo completamente diferente do ocidente: um país mergulhado no capitalismo e dedicado rigorosamente ao mercado, mas cujas tradições persistem através das gerações nos gestos e nos hábitos das famílias. Há algo de único no Japão, que os diferencia do resto do mundo, e meu objeto é justamente essa especificidade do Japão e como os brasileiros assimilam e dão significado novo ao que vem de lá até aqui.


Para quem quer saber mais, o site do evento é:
http://www.portalsana.com.br/

Atrações internacionais


Akira Kushida cantando no SANA7, cantor de séries que fizeram sucesso no Brasil na década de 80 e 90, como, Jiraya, Jaspion, Jiban.

Animes e Mangás (parte 2)

Mangá
O mangá tem como principal característica os quadrinhos e faz parte da literatura do Japão. Assim como os Animes, os mangás significam qualquer história em quadrinhos para os japoneses, enquanto para nós diz respeito às histórias em quadrinhos do Japão. Existe uma relação forte entre animes e mangás, uma vez que o estilo é bastante similar. Muitos mangás se tornam animes posteriormente e vice-versa.

Os mangás tiveram seus princípios formados no período Nara (século VIII d.C.) com criação dos primeiros rolos de pinturas japonesas: os emakimono. Eles associavam pinturas e textos que juntos contavam uma história à medida que eram desenrolados. No período Edo (século XVII d.C.), os rolos foram substituídos por livros.

A leitura do mangá é inversa a dos quadrinhos ocidentais, ou seja, inicia-se a partir da parte de trás, sendo a leitura das páginas feita da direita para a esquerda. Porém, alguns mangás publicados fora do Japão ainda possuem a forma de leitura do Ocidente. Os mangás são impressos em preto-e-branco, tornando sua produção barata, apenas contando com algumas páginas coloridas no início da história.

A Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações, primeira associação brasileira relacionada a mangá, foi criada em de 1984. Porém, o grande sucesso dos mangás por aqui só aconteceu 2000, com o lançamento de títulos como Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco, pela Conrad. A popularidade do estilo japonês de desenhar é marcante, também pela grande quantidade de japoneses e descendentes residentes no país.




Love Hina e Naruto, dois Mangás populares entre adolescentes


A equipe do Nobi Blog foi na Praça Portugal saber o que a galera interessada em cultura japonesa tem pra dizer sobre animes e mangás. O resultado você confere no vídeo abaixo:


Animes e Mangás (parte 1)

Outros dois elementos pelos quais os brasileiros se apaixonaram e consomem avidamente são os Animes e os Mangás. Seja baixando da internet, comprando em bancas, você provavelmente conhece alguém que tem coleções de um dos dois.


Animes
Os Animes são um dos principais meios de entrada no universo da cultura japonesa para os jovens ocidentais. Para os japoneses, “Anime” quer dizer qualquer tipo de desenho animado de qualquer lugar do mundo, enquanto para nós, ocidentais, Anime é todo desenho animado Japonês.

Os Animes podem ser transmitidos como série de televisão, filme ou OVA (Original Video Animation é o anime produzido para ser vendido em DVD e VHS). Os animes possuem características bem peculiares, como por exemplo, movimentos ágeis, enquadramentos diferentes e muitos movimentos de cena. Mas o estilo do Anime também depende do seu tema, como por exemplo, ficção científica, aventura, terror, infantil, romance, entre outros gêneros. Uma característica marcante dos são os personagens com olhos grandes e bem definidos, além de cabelos bem estranhos, de várias cores e formatos. Em muitas produções podemos observar como os sentimentos são expressos de forma exagerada, como a gota de água que aparece do lado do rosto do personagem representando constrangimento ou dentes e chifres e nervos na testa significando raiva ou maldade.

Os primeiros conceitos de Anime começaram a ser criados a partir da ocupação dos Estados Unidos no fim da Segunda Guerra Mundial, quando muitos artistas japoneses tiveram contato com a cultura pop ocidental. Os desenhistas iniciantes conheceram os quadrinhos e desenhos animados modernos dos Estados Unidos. Em 1950, vários artistas de grandes estúdios começaram a desenvolver as primeiras idéias de animação.

No Brasil, um dos primeiros animes que apareceu como série de TV e fez sucesso foi o Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seya, no Japão), que atraiu uma legião de jovens interessados pela cultura japonesa. Outro grande sucesso mais recente foi Pokémon (Pocket Monsters), exibido na Rede Record.



Pokémon, febre no Brasil em 2003/2004

Lançado no Brasil em 1994 na extinta TV Manchete, Cavaleiros do Zodíaco gerou verdadeira histeria e uma febre de consumo sem precendentes em território nacional.


A partir do sucesso dos Animes, os otakus, fãs de animes e da cultura japonesa, formaram grandes comunidades de fãs no mundo inteiro. Entretanto, muitos jovens não se consideram otakus, devido à conotação pejorativa da palavra no Japão.

Cultura POP!

O lugar é todo influenciado pela cultura pop japonesa, desde decoração até trilha sonora.

Pesquisamos e viemos contar para vocês como surgiu essa cultura e como onde é que ela está presente no Brasil e no Ceará hoje.





Como surgiu?
Logo depois da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos tentaram impor sua cultura (American Way) em vários países, e um deles foi o Japão. O objetivo dos Estados Unidos eram deter o avanço do comunismo no país. Os japoneses não só assimilaram a cultura americana como também souberam reinventar.
Assim aconteceu na cultura pop japonesa. O pop japonês teve grande sucesso e acabou tornando-se algo extremamente ligado à indústria cultural e à sociedade de consumo. Mas a cultura pop japonesa só foi bem sucedida por causa das boas condições econômica e cultural que o Japão conquistou no pós-guerra. São itens da cultura pop japonesa: karaokê, mangás, animes, tokusatsu (filmes e séries de efeitos especiais), cinema, games, música (principalmente o J-pop), dentre outros.



JAPOP

Esse termo vem do inglês e significa “japonese pop”. Essa diferenciação na escrita é utilizada para diferenciar do termo J-pop, que está ligado apenas à música japonesa.
Nos últimos 20 anos, pôde-se observar um crescente interesse, mundialmente falando, por tudo o que o Japão produz relacionado à cultura pop. São influências na área das artes, moda e, principalmente, entretenimento. Isso só revela o quanto a sociedade japonesa foi capaz de se tornar um dos países mais industrializados do mundo preservando sua cultura, tornando-se exemplo imitado por uma geração jovem, urbana, globalizada e midiatizada.
Vários jovens, no mundo todo, curtem mangás, animes, filmes de monstros gigantes, cantam em karaokês e, além disso, além disso, procuram se vestir de acordo com as tendências e hábitos adotados pelos jovens do Japão.

Como tudo começou

Espaço interno do restaurante



A idéia do restaurante de sushi Nobi Nori surgiu meio que por acaso. Inicialmente, quem propôs o projeto foi o irmão de um dos atuais proprietários. Bruno Acioli, irmão do Mário, fez um curso de sushi e logo pensou em montar um restaurante de comida japonesa. O investimento ia ser divido com um amigo, que desistiu antes mesmo de iniciar a obra.

Mário se interessou pelo projeto e logo de início pensou que seu restaurante deveria ter um design diferenciado. Para dividir as despesas financeiras, chamou Aldonso Palácio, o atual sócio do Nobi Nori. Aldonso viajava sempre e era muito ligado em gastronomia, já Mário gostava da idéia audaciosa de fazer um restaurante japonês com uma decoração inédita na cidade.

Durante 1 ano, eles se reuniam sempre às segundas-feiras na Estalo Comunicações, a empresa de publicidade em que os dois também compartilham sociedade. As reuniões eram sempre acompanhadas de sushis e idéias e discussões surgiam sempre. Quando elas estavam sérias e amadurecidas eles perceberam que era hora de começar a executar o trabalho, e em quatro meses o restaurante já estava pronto. Para que tudo desse certo, os dois contaram com alguns profissionais como arquitetos, engenheiros, um desenhista e uma consultora gastronômica. Os funcionários da própria agência de comunicação, a Estalo, idealizaram todo o design.

Mário nos conta que foi difícil achar um ponto de locação. Quando chegaram ao atual local, encontraram uma marmitaria fechada e mal estruturada. O maior trabalho que eles tiveram foi a reforma em si, coisas como troca de piso e a pintura.
Hoje, o restaurante completa um ano e quatro meses desde sua inauguração, e até hoje procura inovar em seus produtos. Lojinha, sushis com design e promoções exclusivas são alguns dos diferenciais do lugar.


Mário Acioli, um dos proprietários do lugar

Começo!


Esse é o Nobi Blog!
Um espaço novo e divertido onde esperamos contar para vocês um pouco mais da história desse restaurante, como ele nasceu, o que ele oferece de inovador e delicioso para seus clientes e funcionários, e onde a cultura japonesa entra em tudo isso. Divirtam-se!